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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Alberto Iria, com 100 anos

 

Olhão, 21 de Novembro de 2009
É daqui a oito dias, 28, que a APOSlink vai homenagear Alberto Iria, por ocasião do centenário do seu nascimento.
Vai serlink na Recreativa Olhanense  e para falar dele vão estar para além de representante da Academia de História, o Dr. Teodomiro Neto, o Dr. José António Martins e a Conceição Pires.
 
Alberto Iria, historiador e arquivista é quase um desconhecido em Olhão, como também seriam desconhecidos e estariam esquecidos os acontecimentos de há duzentos anos, em Olhão, contra a ocupação francesa e a importância que tiveram para a criação do concelho se este olhanense não tivesse feito o trabalho de investigação histórica que verteu em várias obras.
 
Foi no seu trabalho que divulgadores, como Antero Nobre, foram colher a documentação histórica revelada para difundir e popularizar uma parte da memória de um passado, se bem que temporalmente ainda recente, que contribuiu para criar uma consciência colectiva de passado nos olhanenses.
Até historiadores recentes, como A. Rosa Mendes, com uma leitura diferente dos factos, é em Alberto Iria que vão buscar informação relevante para alicerçar as teses da predominância do factor povo na revolta anti-napoleónica  e na “sublevação” administrativa e política então face a Faro.
 
Começa às 15 horas e é pública.
publicado por Raul Coelho às 08:14
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Domingo, 12 de Outubro de 2008

200 anos depois

Olhão, 12 de Outubro de 2008

22 de Setembro de 1808, chegada do “Caíque Bom Sucesso”  ao Brasil.
22 de Setembro de 2008, comitiva do Elos de Olhão que integrava representação da APOS, parte da “sociedade civil” de Olhão é recebida em sessão solene organizada pelo Município do Rio de Janeiro.
26 de Setembro de 2008, Rio de Janeiro, Brasil, “A Prefeitura” , Diário Oficial Eletrônico do Município, publica a Lei em que:
Considera a Cidade de “OLHÃO”, em Portugal, Cidade-irmã da Cidade do Rio de Janeiro.
 
Autor: Vereador Rubens Andrade
 
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
 
Art. 1º Fica considerada a Cidade de Olhão , em Portugal, Cidade-Irmã da Cidade do Rio de Janeiro.
 
Art. 2º Para a consolidação do disposto no artigo anterior, a Câmara Municipal conferirá à Cidade de Olhão, através de sua representação diplomática, Diploma de Cidade-irmã.
 
Art. 3º A Câmara Municipal fica autorizada a firmar acordo de colaboração e intercâmbio entre os Poderes Legislativos de ambas as Cidades.
 
Art. 4º Antes da concessão do Título de Cidade-irmã à Cidade de Olhão, a Câmara Municipal dará ciência do teor desta Lei aos órgãos competentes da União.
 
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
 
CESAR MAIA
12 de Outubro de 2008, Cidade de Olhão, Câmara Municipal num silêncio ignorante, ainda não pronunciou qualquer charlatanice sobre a geminação com a Cidade do Rio de Janeiro, quando no outro lado a imprensa vai falando.

 

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publicado por Raul Coelho às 17:20
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Sábado, 12 de Julho de 2008

A trapalhona aventura marítima ao Brasil de Francisco Leal

Olhão, 12 de Julho de 2008

 

Leitores, houve, que sobre o último post  manifestaram a sua concordância geral, com o aí escrito, mas um por email, discordou completamente, com a violência dos termos particularmente aquando d’ “A trapalhona aventura marítima de Francisco Leal em levar o Caíque ao Brasil é  uma  chafurdice  moral e intelectual….”.
Também para outros leitores que partilhem dessa opinião, julgo por bem explicar-me melhor, para os tentar convencer de como ainda fui bastante condescendente com a linguagem.
Esta de o “Caíque Bom Sucesso” ir ao Brasil, este ano, no âmbito das comemorações dos 200 anos, é como a história da “Nau Catrineta”:que  tem muito que contar, mas por razões vergonhosas e não abonatórias.
Tudo começou quando, a APOS, apresentou e divulgou, a 5 de Fevereiro de 2007, a Proposta de cruzeiro comemorativo do 2º centenário (1808-2008) da viagem marítima Algarve – Brasil…, onde para além dos objectivos não esquecia os recursos a mobilizar.
Um mês depois, 3 de Março, anuncia pela boca do seu presidente no decurso de uma palestra proferida por Adérito Vaz, com o vereador da cultura presente, João Peres, que já tinham sido encetados os contactos, positivos, com a Associação Nacional de Cruzeiros.
No seguinte dia 19, formaliza por escrito a proposta à Câmara, esta no mesmo dia faz um comunicado à imprensa, no barlavento online  ecoa a imaginação diletante do presidente da Câmara, “Esta viagem vai ser vivida novamente por um grupo de pescadores olhanenses, inserida nas comemorações oficiais que a Câmara Municipal de Olhão está já a programar.”, e já estava a ver «audazes» pescadores que teriam que ser mais malucos que AUDAZES na marinhagem de uma réplica de caíque sem condições de navegação à vela nem para ir além do Farol, quando conforme se soube hoje, na Palestra “O Caíque de Olhão”, o Sindicato dos Pescadores nunca foi contactado nesse sentido.
 
Francisco Leal avocava para si a iniciativa e a organização da viagem, e começa o princípio da macacada.
 
Em Maio, a 16, a Câmara recebe um relatório técnico, pedido pela APOS, sobre alterações indispensáveis ao caíque para se poder fazer à viagem.
Mas já no dia anterior, Abúndio Martins de Sousa, no jornal o Olhanense, deixava o alerta para a responsabilidade e empenhamento necessário para o projecto “RUMO AO BRASIL”, e vaticinava assim: «… certamente  o livro editado pela comissão será um precioso documento de estudo, análise e compreensão dos factos atinentes à iniciativa "Rumo ao Brasil"/2008. Nessa altura, já nenhum dos presentes, directa ou indirectamente participantes, figurará entre os vivos, mas a maneira como se configurou face à dinâmica do plano continuará latente, como um legado que fica para os netos,  uma espécie de condecoração de honra a encontrar nas páginas que verterão o testemunho. Mas também pode acontecer o contrário e a  compilação de factos a editar pela comissão será, para os vindouros,  motivo de...
                       Uma coisa é certa, a  História apenas concede duas vias e  não permite  simultaneidade de rumos: a  primeira é a via da honra, na continuação de factos praticados pelos antepassados (os mesmos que se pretende homenagear),   a segunda é  a antítese. Agora, cada  um que faça a sua opção.» .
 
 
Um ano depois, da entrega da proposta, a 5 de Fevereiro de 2008, Francisco Leal cagava para o ar à grande e à francesa, quando afirmava : «O primeiro interessado em que esta viagem se realize sou eu, pois ficarei na história como o presidente da Câmara que promoveu esta nova aventura»  , e «dava a garantia de que tudo está a ser feito para que a viagem se realize e que a comissão criada para impulsionar o projecto está a trabalhar nesse sentido.». Isto, em quanto, no mesmo artigo do algarve online era avançado: « A Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão (APOS) não acredita que ainda seja possível levar adiante o projecto da viagem da réplica do caíque «Bom Sucesso» ao Brasil.
Em causa está, alegam, a inércia e falta de interesse da Câmara de Olhão em todo o processo.»
 
.
 
Para a APOS afirmar isto nem precisava de ir à bruxa, pois já só faltavam 152 dias para a anunciada partida. O caíque a criar caramujo e a viagem em sal moura.
Durante 12 meses o presidente da Câmara não mexeu uma palha no assunto, para além de ir alimentado com vagas considerações que tudo ia andando na melhor.
De um projecto consistente, exequível e sustentável, onde se procurava dar projecção e visibilidade a Olhão e ao bicentenário da sua criação, o presidente da Câmara transforma-o num chorrilho de promessas vagas, de ocultações e numa mentira de todo o tamanho: não teve sequer a intenção de alguma vez organizar a viagem.
Do assunto já não fala, não dá uma satisfação aos olhanenses, para ele, estes não merecem mais que o dever de ter que lhe pagar o ordenado e a obrigação de assistirem às homenagens com que se auto presenteia a propósito de tudo e nada como no dia 10, o dia da Freguesia de Olhão.
Na palestra com o Alm. Fonseca, o comandante convidado para capitanear a viagem, que hoje se realizou perante mais de meia centena de atentos ouvintes, ficou claro, no debate que se seguiu, que o caíque, ancorado no Bate Estacas (não neste, mas no outro), jamais poderia fazer a viagem conforme está. F. Leal, sabia-o claramente sabido desde o princípio e agiu ocultado o facto, chegando a falar, mesmo, como se a viagem estivesse eminente.
Meteu este simulacro de viagem dentro de um barrete maior: as comemorações oficiais dos 200 anos. Nomeou-se presidente de uma comissão de faz de contas para a organização das comemorações, que deixa passar o dia maior, o 16 de Junho, e não fez nada, e nem, o que possa arquitectar para outro dia, também emblemático como o 15 de Novembro, dia em 1808, em foi assinado o Alvará Régio da elevação de Olhão a Vila, que possa sair do conciliábulo enfadonho, retórico e elitista, óptimo para bater uma boa soneca conforme consta que estão a preparar.
Em democracia, os eleitos para os cargos de gestão da coisa pública tem obrigações, a sua actuação deve-se reger por princípios éticos e morais onde a lealdade, verdade, honradez a causa pública – o interesse geral, devem ser paradigmas e não um acessório decorativo para ornar a imagem pública, se não quebra-se a confiança .
No caso do caíque não foi isso que se verificou.
Foi uma chafurdice*.
 
* chafurdice nos dicionários: acto ou efeito de chafurdar;
chiqueiro.

 

publicado por Raul Coelho às 17:58
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

Acabou o que não começou

Olhão, 2 de Julho de 2008

Acabaram as comemorações dos 200 anos da Vila de Olhão da Restauração, sem honra, sem brilho, nem coisa que o valha.
Assim mesmo sem tirar mas a pôr ainda mais.
Desde o dia 16 de Junho que ando a adiar o voltar a manifestar-me aqui sobre as comemorações por não encontrar palavras suficientemente comedidas para não ser malcriado.
Para alguma palavra mais forte peço desculpas porque queria dizê-la dez vezes mais acrimoniosa.
As comemorações organizadas pela Câmara foram uma MERDA.
Indignas para o significado que a efeméride tem para o povo olhanense. Para os olhanenses que mostraram tê-los no sítio há 200 anos e todos os outros de então para cá, mesmo que hoje pareçam ser poucos.
O dia 16 de Junho, que pressupunha ser o maior das comemorações, a edilidade, toda, mais a sua Comissão prás festas serviu um desfile quatro vezes requentado e um exemplo do mais acabado do que é abandalhoqueira na gestão autárquica de Olhão, 15 dias depois de inaugurada a Biblioteca ainda não fornece o cartão necessário para a utilização dos meios existentes pelos utentes e quando chegar está para saber se toda aquela traquitana informática funciona, ademais dos livros nem vê-los.
O trabalho do professor Felício e dos alunos da João da Rosa, mereciam melhor.
Nestes primeiros seis meses não houve, absolutamente nada, de digno, próprio e adequado que se possa dizer isto é comemorativo . Os restantes  seis e últimos,  devem ser do esquecimento do ano em que estamos.
A trapalhona aventura marítima de Francisco Leal em levar o Caíque ao Brasil é  uma  chafurdice  moral e intelectual e antítese do que José Agostinho de Macedo, em 1809 escrevia em  “O Novo Argonauta”:
Talvez ignore o frígido Tamisa,
                                E o Sena transformado em sangue e luto,
                                Que o Atlântico mar banhe a pequena
                                E mal sabida Olhão: he esta a pátria
                                Do novo heroe, do vencedor dos mares
                                Co’ as frágeis armas d’hum batel pequeno;
                                Cuja façanha audaz deixa esquecidos
                                De Américo, e Colombo o nome, e os feitos.
(citado daqui)
 
 
Talvez mais (?) capaz nas lides silvícolas do que para a administração da coisa municipal colocou Olhão completamente à deriva qual timoneiro sem timão nem leme no meio de borrasca.
A Câmara de Olhão não tem plano nem ideias para o desenvolvimento económico, para a criação de actividades produtivas e serviços que dêem trabalho de qualidade aos desempregados e aos mal pagos do concelho. Promete, a que preço, uns empregos sazonais para a zona da sua turística Marina.
Olhão não tem um plano nem ideias para a formação profissional da juventude e dos desqualificados. Deixa ao abandono e à mendicidade as largas centenas dos que necessitam de apoio e incentivo.
Olhão não tem um plano de desenvolvimento urbano consistente, que não crie assimetrias e persevere e qualifique os valores arquitectónicos identificadores do concelho. Cria zonas só para os ‘ricos’ e deixa degradar outras até á ruína para os pobres e ‘típicos’. Deixa a Barreta ruir. Destina uma área que deveria ser de fruição colectiva lúdico-cultural e desportiva, a Quinta de Marim, ao turismo elitista para satisfação de projectos bacocos de desenvolvimento e arrelvamento dos campos de trabalho de Estácio da Veiga.
 Olhão não tem um projecto de desenvolvimento e animação cultural que integre, que inclua a juventude e toda a população. Constrói com subsídios, comparticipações, com fundos perdidos e a perder autênticos monstros de deglutição do erário municipal: a Biblioteca, o Auditório, Museu o Centro de Inovação e Tecnologia, donde a população é excluída, (veja-se, novamente, o caso da Biblioteca onde muitos dos que já visitaram nem tão cedo lá voltam).
Em Olhão estamos mesmo na necessidade de ter que abrir o tampão do Caixote do Lixo da História.

 

publicado por Raul Coelho às 22:26
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Graffitar os 200 anos de Olhão

Olhão, 17 de Abril de 2008

Quer se queira e goste ou não, os graffitis estão aí em Olhão e em força.
Impõem-se pela quantidade e muitos pela qualidade artística que apresentam .
É arte popular, é a arte que o povo vê e desfruta gratuitamente, todos os dias 24 horas por dia, que não está encerrada em museus ou galerias com horários disponíveis para quem não trabalha e entrada franqueada.
Hoje em Olhão , os grafitos , são dos elementos visuais da paisagem urbana o mais destacado. É a manifestação artística mais relevante de há muitos anos e em constante renovação pela sua pouca durabilidade.
 Sobrepõem-se ao cubismo da forma e ao alvo branco das casas típicas degradadas que a autarquia teimosamente nega tomar medidas recuperadoras, tapam, decorando e animando em multicolor os paredões e muros esboroados em ruína  dos restos de edificações industriais.
Os visualmente incomodativos e danosos rabiscos  em locais menos apropriados visíveis a todos mas sobretudo ao coca-bichinhos são um micro  do conjunto graffitado .
 Mesmo algumas em montras envidraçadas, são-no em ‘buracos negros’ da paisagem urbana.
A força e pujança desta manifestação artística, com marca de juventude, não pode ser ignorada, e Olhão que este ano assinala 200 anos de uma enorme e igualmente   manifestação de força e pujança do povo,  poderia incluir nas suas Comemorações oficiais um desafio aos graffiters , o de apresentarem trabalhos inspirados no tema.
Deixo, como se costuma dizer, à consideração da Comissão Organizadora.
Na incipiente abordagem que os graffitis tem tido  na 'net olhanense’ tem tido  aponto para o  ‘fórum MOJU ’, o ‘Fórum no Olhão para o cidadão, o ‘Grafitis - Discussão ’, e para ver um acervo já considerável de graffitis o ‘Olhão graffiti ’. E com quse um mês um post no GEORDEN  Vandalismo artístico ou Arte marginalizada? .
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publicado por Raul Coelho às 09:56
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Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Teve que ser a ferros, mas lá saíu coisa

Olhão, 15 de Abril de 2008

A CMO lá anunciou um princípio de programa de comemorações dos 200 anos de Olhão.
É o repetitivo do tipo jogos florais da minha aldeia, não tem originalidade, arranca tarde, não dá tempo para os concorrentes em algumas das modalidades apresentarem trabalhos de qualidade, a não ser que já os tenham de reserva, preparados para outras ocasiões, bem à moda de F . Leal.
Espero que os Júris sejam minimamente exigentes.
publicado por Raul Coelho às 12:44
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

‘Gente Singular’ não é editora da Camâra de Olhão

Olhão, 17 de Março de 2008
‘o Bate estacas’ ficou convencido e sem dúvidas com o que foi dito aqui e aqui.
A C. de Olhão não entrou com qualquer patrocínio para a editora GS ’, antes patrocinou-se a si própria, reivindicando o que não fez com a inclusão desse anúncio na divulgação da apresentação de livros da editora.
Ficámos também a saber que está para sair ‘Olhão fez-se a si próprio’ de António Rosa Mendes que vamos ler.
De qualquer modo a Comissão com 1 milhão de euros para os 200 anos de Olhão não faz puto.
A.Rosa Mendes não é propriamente um novato nesta de comissões, foi o Comissário da Capital da Cultura Faro-2005 , onde em cima da hora, sem estruturas, com cativa descativa, bloqueia desbloqueia sem dinheiro e sem dormir conseguiu fazer o que era impossível.
Um missionário da cultura.
Só o carinho que tem por Olhão  e a inocência da sua honestidade intelectual explica ser apanhado nesta argolada de Francisco Leal, que está mais para ir para banhos do que assinalar a efeméride.
Fernando Cabrita nesta Comissão só pela cedência do seu espírito livre e criativo ao seu também enorme olhanensismo .
Às sugestões para o que podem ser iniciativas para as comemorações os esclarecimentos da APOS respondem por si.
A 17 de Março e ronceira como funciona a estrutura camarária em Olhão, melhor é pensar nos 300 anos da Vila de Olhão e da manifestação de afirmação dos olhanenses daquele tempo
publicado por Raul Coelho às 08:38
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

a nova editora da Câmara de Olhão

Olhão, 27 de Fevereiro de 2008

A Comissão Executiva das Comemorações “Olhão da Restauração - 200 anos” é presidida pelo Presidente da Câmara, Eng. Francisco Leal, e com praticamente 2 meses do ano decorridos não fez nada para além da apresentação de umas vulgaridades gerais.

Mas quem já recebeu paga pela sua participação na Comissão foram três dos seus membros, António Rosa Mendes, António Cabrita e Rogério Silva com o patrocínio da Câmara no lançamento de livros que cada um é autor.

Gente Singular” assim não tem que temer pelo futuro como editora da Câmara de Olhão e sempre ajuda a preencher programa.

 

publicado por Raul Coelho às 16:34
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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

e o Caíque vai não vai

Olhão, 7 de Fevereiro de 2008

 

A APOS manifestou as suas dúvidas sobre a realização da viagem do Caíque ao Brasil ainda em tempo de comemorações.
O presidente da Câmara de Olhão garante que o Caíque vai mesmo ao Brasil dê por onde der que ele presidente quer ficar na História.
 
Francisco Leal não come mesmo a APOS, seja lá como for.  
Se esta propõe um Plano para a requalificação para a Barreta, F. Leal saca logo da algibeira um projecto de uma idéia para um plano a elaborar, pelo que o da APOS está ultrapassado e é inaproveitável.
A APOS sugere uma viagem do Caíque Bom Sucesso ao Brasil comemorativa dos 200 anos da elevação a Concelho, F.Leal reivindica para si a idéia e questionado a 4 meses sobre a viagem diz que há e reconhece que não há são os 700 mil euros necessários e dos patrocinadores sondados nickles .
 
 Os munícipes assistem ao desfilar de vaidades pessoais com o seu dinheiro.  
publicado por Raul Coelho às 09:37
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

...

Olhão, 25 de Janeiro de 2008

É hoje a sessão de lançamento do último livro de Fernado Cabrita «O Amor é um claro mês» e o terceiro da editora olhanense "Gente Singular".

A CM de Olhão anuncia este evento como mais uma iniciativa do programa de comemorações Olhão da Restauração - 200 anos «1808-2008».

F. Cabrita é um poeta, e não só, que certamente não fez este livro por encomenda da Câmara, mas sim como corolário de um labor artístico onde vasou a sua inspiração poética, em que o ano da publicação e os 200 da Restauração não passam de coincidência.

 Como mais uma iníciativa do programa só mesmo por falta de iniciativas,  do mesmo modo que é muito provável que o Festival do Marisco seja incluído para encher o Programa.

 

Espera-se a divulgação completa do programa da Restauração e não só o de eventos que se vão adicionando ao saco.

 

publicado por Raul Coelho às 19:32
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