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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

isto não ata nem desata

Olhão, 2 de Julho de 2009

 

O sr. Francisco Leal como bom exemplar do que é o caciquismo local nesta república bananeira, quando das eleições para o PE estendeu a campanha eleitoral pelo partido que o suporta até à boca das urnas.
Ele e mais os autarcas de cartaz percorreram todas as mesas de voto no concelho a apresentar cumprimentos a quem estivesse presente, para além do tradicional plantão armado na Esc. FFL , aproveitando para fazer recordar  a conveniência do voto na “família”.
O esforço saiu gorado, os eleitores mal agradecidos deram-lhe uma rotunda derrota.
 
À Assembleia de Voto só tem acesso os membros das mesas, os delegados das candidaturas devidamente credenciados e óbvio os eleitores aí votantes e que depois de cumprido o acto devem bater em retirada ordeira e com serenidade. Os próprios agentes da autoridade, nessa situação, só podem estar presentes pelo tempo indispensável para cumprirem para o que foram solicitados por quem tem competência para isso.
Leal & Ca e outros em campanha, que apareçam, estão a mais, não deve ser, sequer, permitida a sua presença a menos de 50 metros. Diz a Lei.
 
Desordeiro, provocador e arruaceiro.
Numa mesa de voto, em Quelfes, deparou-se com um elemento membro do Somos Olhão!, logo que reconhecido apanha pelas orelhas abaixo com o vitupério injuriante de membro de organização terrorista estendendo calúnias e ameaças à integridade física a outros cidadantes do SO!, nomeando-os.
Cinco queixas ao Ministério Público foram logo apresentadas pelos visados.
Eu fui um dos nomeados, por esse desaçaimado cromo do caciquismo político que Olhão ainda consente.
Também apresentei queixa, passaram-se 21 dias e o MP, nada.
Já em 26 de Novembro de 2008 apresentei queixa contra o vereador João Peres e F. Leal pelo célebre roubo do MUPI, por crime atentório aos direitos constitucionais de liberdade de expressão e opinião.
Até hoje, até ao pedido de informação sobre a sua situação processual, o MP nada.
Os Tribunais com muitas ou poucas razões, são ainda as instituições em que os portugueses ainda depositam alguma confiança perante a degradação geral dos outros poderes.
Dizia-me um amigo, jurista, quando já passados 3 meses da queixa de Novembro, para compreender a falta de acção do MP “porque o tempo da Justiça não é o tempo dos homens”, segui o conselho e esperei.
Hoje já não estou de acordo e passei a defender que o tempo da Justiça, se a quer fazer, tem de ter o tempo dos homens.
Se até ao próximo dia 7 não ver andamento, vai ser a vez de apresentar à Procuradoria-Geral da República participação e reclamação da demora.
A Justiça tem de ser feita em tempo útil.

 

publicado por Raul Coelho às 12:07
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Raul Coelho

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