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Domingo, 29 de Junho de 2008

Feira do Livro de Olhão

Olhão, 29 de Junho de 2008

 

É sabido que o mercado livreiro em Olhão se resume ao Modelo e ao Cabrita da Clinar, o que somado é uma pobreza franciscana.
Ainda bem que este ano regressou donde não devia ter saído(vá lá sr. presidente não seja embirrento senão fica mal na fotografia), a Av. da República, faz-se uma visita e torna-se a dar mais de uma vista de olhos.
Olhão não é mercado para as grandes editoras dos best-sellers e dos autores mais sonantes ou da moda, mas vasculhando com paciência, sempre se encontra um livro de agrado, nem que seja o velho e grande Pantagruel para tirar receitas desenjoativas.
Encontrei e comprei “Até amanhã, meu filho” do olhanense António Macheira, para reler os breves contos que me deliciaram há mais de 30 anos e o 1.º volume,  o 2.º está esgotado, da "COROGRAFIA OU MEMÓRIA ECONÓMICA, ESTATÍSTICA E TOPOGRÁFICA DO REINO DO ALGARVE", assim mesmo com este comprimento todo e com a ‘ESTADISTICA' do original convertida em 'ESTATÍSTICA´, é uma edição fac-similada, o autor é João Batista da Silva Lopes que viu a 1.ª edição em 1841 saída da Typografia da Academia R. das Sciencias de Lisboa, mas já em 1837 o autor a concluíra. Olhão então Vila com menos de 30 anos vem lá. Quem a quiser ler ou consultá-la não precisa de me pedir emprestada pode fazê-lo aqui, sem a preocupação de devolver.
Comprei, também o “Dicionário do Falar Algarvio”, de Eduardo Brazão Gonçalves, algarvio conterrâneo do presidente Cavaco, com a curiosidade que suscita e o móbil de o cotejar com “Curiosidades da fala dos pescadores Olhanenses”, de António Henrique Cabrita para ver até que ponto os termos olhanenses foram adoptados no resto do Algarve, assim mesmo no resto.
Não disse, mas estas três obras foram editadas pela “Algarve em foco”.
Não comprei, mas fui presenteado com a “RESPOSTA BEM-HUMORADA AO PROFESSOR DOUTOR JOÃO FREIRE”,(EDIÇÕES SOTAVENTO) pelo autor, o sempre acrata Júlio Carrapato. Fiquei a saber do carreirismo político do anarco-A IDEIA João Freire e da Maria de Lurdes Rodrigues, essa mesmo: a ministra.
Eu ainda vou voltar à Feira do Livro.

 

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publicado por Raul Coelho às 09:51
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Raul Coelho

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